Para Nietzsche a firmeza da reputação de um sujeito é aquilo que o impede de se transformar, de mudar, de ser algo novo cotidianamente e, portanto, á aquilo que impede-o de se soltar das garras das filosofias ilusórias do ocidente.
mais que uma opinião
Para Nietzsche a firmeza da reputação de um sujeito é aquilo que o impede de se transformar, de mudar, de ser algo novo cotidianamente e, portanto, á aquilo que impede-o de se soltar das garras das filosofias ilusórias do ocidente.
Na quinta-feira (29), Vladimir Safatle, ao lado de Luciana Genro e Ruy Braga, conduziu o debate “Rumos da esquerda”, que aborda a situação atual da militância de esquerda e as manifestações que se proliferam pelo país. O evento aconteceu no predio de ciências sociais da USP e a fala de Safatle pode ser lida na…
O engajamento líquido é como uma grande competição: todos estão junto na reivindicação, mas nenhuma reivindicação é coletiva.
André Breton foi o líder do movimento surrealista, participou do Partido Comunista Francês e tinha estreitas ligações com Trotsky, entretanto, era um psiquiatra comum, sem nem mesmo ser psicanalista. Conheça mais de sua vida!
O novo mantra do trabalho na pós-modernidade é o “ame o que você faz, faça o que você ama”. Devemos amar o que fazemos para não percebermos que estamos trabalhando. Para, no fim das contas, não ser um trabalho, mas um prazer.
O trabalho voluntário foi cooptado pela agenda neoliberal, que faz dele um meio de se conseguir boa reputação para grandes empresas, entretanto, é a própria agenda neoliberal que também entrega ferramentas para se experimentar o trabalho voluntário como aquilo que é “sem reciprocidade”, como um trabalho feito “de graça”, sem remuneração e, portanto, que não vale à pena.
Alvaro Miguel Pascale retrata um mundo futurista e a realidade que somente o surrealismo pode dar vazão.
Em Mal-Estar na Pós-Modernidade, Bauman explica a construção do estranho dentro de uma dada sociedade. E o que isso tem a ver com os linchamentos atuais? Veja aqui!
A Internacional Situacionista agia principalmente nas questões da vida cotidiana. O lazer, a arquitetura e a cultura eram temas sagrados para a ação situacionista, que utilizava a própria cultura fabricada pelo mercado como arma contra ele.
A Internacional Situacionista foi um coletivo fundado em 1957 que reunia artistas de todo o mundo. Maio de 68 foi o grande laboratório de suas ideias. Clique e leia tudo!