O intelectual específico é a nova forma que o intelectual toma na contemporaneidade. Com uma força política que transcende os manuais de filosofia.
mais que uma opinião
O intelectual específico é a nova forma que o intelectual toma na contemporaneidade. Com uma força política que transcende os manuais de filosofia.
O que uma grevista tem a dizer sobre a paralisação dos professores do Estado de São Paulo? Veja aqui a entrevista exclusiva de Marta Silva para o Colunas Tortas.
Em “A tirania das organizações sem estrutura”, artigo de 1970 escrito por Jo Freeman, a autora pretende analisar e propor soluções para alguns problemas que surgiram no seio do movimento feminista da época, no qual predominavam os grupos ditos “sem estrutura”, termo que ela contestará.
As investigações sobre os colarinhos brancos envolvidos no escândalo da Petrobras desequilibram a balança entre as relações do Poder Executivo e do Legislativo. A corda está a ponto de romper-se, tamanha é a tensão. Inclusive, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), criou uma medida provisória sobre ajuste fiscal depois que se sentiu esquecido por…
Assembleia marca continuidade da greve no Estado de SP com adesão de mais de 100 mil professores.
Sujeito e objeto fazem parte de uma dicotomia não existente na sociologia contemporânea. Veja como esta oposição se desdobra.
Nesse domingo, 15 de março, novamente a direita brasileira saiu às ruas para se manifestar. Seguindo uma tendência de manifestações passadas, várias foram as reivindicações, algumas contraditórias, preconceituosas e outras antidemocráticas. Cabe aqui uma breve análise. Uma das pautas reivindicadas foi o fim da corrupção. É necessário, primeiro, entender que corrupção é sobretudo um conceito.…
Veja o novo jogo sociológico chamado Lutas Simbólicas, baseado na teoria de Pierre Bourdieu. Os criadores, do coletivo Entre Olhos, deram uma entrevista ao Colunas Tortas.
Zygmunt Bauman foi um dos maiores intérpretes da contemporaneidade. A modernidade líquida, como o autor a classifica, pode ser percebida na fragilidade inerente às relações sociais firmadas num mundo da incerteza em que nada foi feito para durar.
“Eu acho que deveríamos ler apenas aqueles livros que conseguem nos ferir, que nos apunhala. Se o livro que lemos não nos acorda com um golpe na cabeça, por que estamos lendo, então?