O intelectual específico é a nova forma que o intelectual toma na contemporaneidade. Com uma força política que transcende os manuais de filosofia.
mais que uma opinião
O intelectual específico é a nova forma que o intelectual toma na contemporaneidade. Com uma força política que transcende os manuais de filosofia.
O que uma grevista tem a dizer sobre a paralisação dos professores do Estado de São Paulo? Veja aqui a entrevista exclusiva de Marta Silva para o Colunas Tortas.
Assembleia marca continuidade da greve no Estado de SP com adesão de mais de 100 mil professores.
Sujeito e objeto fazem parte de uma dicotomia não existente na sociologia contemporânea. Veja como esta oposição se desdobra.
Veja o novo jogo sociológico chamado Lutas Simbólicas, baseado na teoria de Pierre Bourdieu. Os criadores, do coletivo Entre Olhos, deram uma entrevista ao Colunas Tortas.
Zygmunt Bauman foi um dos maiores intérpretes da contemporaneidade. A modernidade líquida, como o autor a classifica, pode ser percebida na fragilidade inerente às relações sociais firmadas num mundo da incerteza em que nada foi feito para durar.
A unidade do discurso é feita de dispersão e crítica. Foucault não carece de ímpeto para trilhar novos caminhos na filosofia francesa.
Como Nietzsche enxergava a função do Estado? No texto a respeito do Estado Grego, em seus Cinco Prefácios para Cinco Livros Não Escritos, o autor nos dá algumas dicas.
Saber em Foucault é mais do que um mero conhecimento. Se trata de um conjunto coordenado de enunciados e funções de enunciação que dizem o que pode e o que não pode ser dito.
O Estado e a Revolução foi o livro de Lênin para descrever o que é o Estado na teoria marxista e como ele deveria ser tratado numa revolução. Veja aqui uma pequena resenha do livro e uma definição do Estado na concepção marxista-leninista.