O homem que não chora é vazio de vulnerabilidade, não por de fato assim o ser, mas por incorporar a necessidade de escondê-la para jogar o jogo da jocosidade, para evitar ser confundido com uma mulher, para tornar seu corpo uma barra maciça de ferro impenetrável pela violência que deverá ser suportada. Assim, cabe ao corno aceitar sua estigmatização e lidar com o fato de que está incluído no circuito de masculinidade justamente pela desonra de sua condição.
