O texto propõe a distinção entre “comportamento” — mecânico e biológico — e “conduta” — categoria ética e social. Através da análise de instintos e da teoria skinneriana, argumenta-se que ações biológicas só ganham sentido quando reconhecidas socialmente. Conclui-se que não há condutas naturais: toda performance em sociedade está imersa em significações que transcendem a causalidade genética.