A resistência é uma elaboração do erro que e repete até tranformar o próprio sentido. Se o discurso é um efeito de sentido entre locutores (Pêcheux, 1997) e, ao mesmo tempo, o sujeito do discurso é interpelado por formações discursivas, é necessário lembrar que todo ritual está sujeito a falhas e, portanto, todo discurso está sob a tensão do erro que abre margens para uma nova semântica.

